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Varejo em foco

CNDL quer envolver o varejo nos projetos da Copa

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A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apresentou na última terça-feira (20) uma proposta para operacionalizar projetos de qualificação profissional que serão lançados pelo Ministério do Trabalho e Emprego com o objetivo de qualificar trabalhadores para a Copa do Mundo de 2014. A ideia é que os programas contemplem não só taxistas e profissionais de hotelaria, mas também trabalhadores do comércio e empresários do setor de serviços.

“O que nós percebemos é que existe hoje muito lojista sem qualificação para receber esse público mais exigente, que é o turista estrangeiro, então temos que pensar também em como desenvolver projetos que contemplem todas as frentes do setor de serviços”, explica Vitor Augusto Koch, vice-presidente da CNDL.

A iniciativa faz parte de uma série de ações que a CNDL vem desenvolvendo como forma de preparar as cidades para o evento esportivo. “Temos pensado em discutir formas de melhorar nossa capacidade para atender bem o cliente e o turista, a exemplo do Projeto Copa 2014, que preparou as cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 para pensar soluções tecnológicas”, complementou André Luiz Pellizzaro, superintendente da CNDL.

Desafios e oportunidades
para o pequeno e médio varejista
nos próximos 4 anos

Com a chegada da Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014, o comércio varejista deve se estruturar em tecnologia e inovação, além de investir na facilidade das operações financeiras, no atendimento à grande demanda por serviços e na segurança das operações de crédito.

Para o mercado varejista, as noticias são positivas e o consumo será crescente até o mundial, porém, é necessário que os comerciantes se alinhem quanto a essa demanda e, principalmente, se atualizem em questões de capacitação, tecnologia e automação bancária.

De acordo com dados do SEBRAE, existem comerciantes que não possuem computadores (27%) e dos 83% que o possuem, apenas 67% utilizam um software integrado de gestão de negócios. Portanto, se analisar o mercado atual em profundidade é notório o quanto necessita de preparo. Embora o varejo ainda precise de ajustes, no país do futebol a expectativa é que o setor cresça e muito durante os próximos quatro anos.

Pessoas que até então se encontravam desempregadas ou sem perspectiva, agora estão tendo condições de consumir como nunca, como é o caso das classes D e C, em especial ainda, a C, que tem sido a grande propulsora da atual situação econômica no Brasil. Para o varejo, a oportunidade começa agora e o comércio como um todo precisa se modernizar.

Diante deste cenário, entra a importância dos softwares de gestão, da construção de uma base de dados que trace o perfil de consumo dos indivíduos, permitindo que o varejista adéque seus produtos ao que realmente o cliente busca, além da melhoria do atendimento, da construção de vínculos que permitam estreitar e manter relacionamentos – componente fundamental para o sucesso das empresas, pois este é o verdadeiro diferencial que uma companhia pode apresentar, e um atendimento onde o cliente sinta que é único.

Outro investimento fundamental é na automação comercial sob medida, que deve ser priorizada, uma vez que a proposta é agilizar a forma segura de todas as relações de negócios entre os diversos setores da economia. O objetivo é oferecer agilidade e diminuição de custos de operação. Porém, na grande maioria, o que se vê é o investimento simplesmente em um programa que atenda a legislação, emitindo apenas cupons fiscais e esquecendo-se da gestão do negócio, dos índices de vendas, margens de lucro, produtos a serem mais explorados, entre outros fatores para gerir o comércio e ter controle efetivo sobre a empresa.

Embora muitos ainda acreditem que 2014 esteja longe, o comércio varejista pode começar a pensar em se atualizar ontem, ou melhor, no momento atual, que é de oportunidade rápida. Dependendo do tamanho da empresa e complexidade do negócio, por melhor que seja a software house, um projeto de automação comercial pode levar até dois anos para adequar-se totalmente ao negócio. Não existe milagre, é uma questão de onde a empresa quer chegar e como pretende estar em 2014

Fonte: No Varejo | Administradores.com.br

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